Confeitaria Afetiva VaniVanilla

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Tudo começou por causa de um torrão de açúcar.

Eles estavam embrulhadinhos em papel de seda branco e um fitilho dourado. Estavam perdidos numa das estantes de uma loja de produtos para confeiteiros, ao lado de artigos para festas. Quando eu vi aqueles pacotinhos quase tive um treco! Trouxe-os correndo para casa e fui testá-los com a xícara mais linda que eu tinha em casa. Deu certo! Foi amor à primeira vista.

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Muitos papéis depois, fitinhas de todos os tipos, formas de bombons e pulinhos de euforia, os torrões de açúcar VaniVanilla nasceram. Estava na hora do teste final: oferecê-los timidamente ao lado de uma xícara de café a um convidado, na vida real. E adivinhem?

Nasce a Confeitaria Afetiva da VaniVanilla

Afetivo e afeto derivam das palavras em latim Affectio eAffectus que significam tocar, comover o espírito, unir. Graças à afetividade as pessoas conseguem criar laços de amizade. Tem a ver com sentimentos e provocam reações orgânicas que acompanham as emoções que geram: tremor, risos, choro, lágrimas, expressões faciais. Mas afetividade não diz respeito somente aos sentimentos . São baseados também em atitudes.

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O que eu senti ao ver aquele torrãozinho embrulhado para presente, e o que presenciei (e presencio até hoje) ao oferecê-lo ao meu convidado querido, foi a sensação de ser “tocada” ou “afetada”, não tanto pela doçura do açúcar, mas principalmente pelo sentimento de ser acolhida, reconhecida, especial. Alguém teve o carinho e a gentileza de embrulhar para presente um pedacinho de alimento e oferecê-lo a mim. Não tem como conter o sorriso, porque ele escapa sem a gente perceber. É o que acontece quando algo toca nossa alma.

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A hospitalidade, a dádiva, a doçura e a generosidade tem essa capacidade de nos tocar. Quando fazemos algo com carinho e  ternura e o oferecemos a alguém esse sentimento é transmitido sem a necessidade de uma palavra sequer. A gente se sente querido, reconhecido e importante para o outro.

Não se trata de um doce. Não se trata do nível calórico. A confeitaria afetiva alimenta a alma e para isso só é preciso de um pouquinho de açúcar, colheradas de hospitalidade, pitadas de encantamento e uma xícara cheinha de amor!

“Isso é de comer?”

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Depois dos torrões vieram os cookies, cupcakes, bolos e flores de açúcar (mas estas histórias serão contadas depois). Muitas técnicas, receitas, cursos, noites e madrugadas em claro com um único propósito: encantar. Arrancar sorrisos, expressões de surpresa e a pergunta tão gostosa: “Isso é de comer?”. “Siiiimm!”, respondo eu. E a melhor das perguntas: “Você fez isso para mim?”. E outro sonoro “siiiimmm” repleto de coraçõezinhos flutuando à nossa volta.

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Doçura: alimento da alma

Essa é a mágica da confeitaria afetiva: Encantar e emocionar. Tocar as pessoas com um gesto de doçura. Uma pequena ato que não precisa ser grande, basta ser gentil. Doçura que cabe numa xícara, costumo dizer. Pois o que oferecemos é a possibilidade do encontro, do olho no olho, de um motivo para parar e conversar, sorrir e trocar gentilezas. Gentileza contagia, e esses gestos geralmente começam com coisas muito simples. Uma xícara de chá ou café. Um suco, um copo d’água talvez.  Agora imagine quando esses gestos simples chegam com uma pequenina surpresa embrulhada para presente!

Quer saber mais? Fale conosco!

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